Tenho como sonho um dia poder implementar uma iniciativa para preservar o patrimônio náutico brasileiro… por isso, já pensando em algum dia poder implementá-lo, além do Cadastro de Veleiros Clássicos, decidi pesquisar e escrever artigos sobre diversos assuntos relacionados à vela brasileira, entre eles, os veleiros desenvolvidos no Brasil… é sobre isso que irá encontrar informações no texto abaixo… caso possa colaborar com informações ou registros históricos, entre em contato. O que não podemos deixar acontecer é essa história se perder.
Max Gorissen – Velejador. Escritor.
A regata chamada 6.50 Classe Mini, antiga Mini Transat criada em 1977, é uma das mais mais famosas e exigentes competições à vela transatlântica em solitário, limitada a pequenos veleiros monotipo de 6,5 m de comprimento.
A antiga Mini Transat tem origem no dia 8 de outubro de 1977, na cidade de Penzance, no Reino Unido, quando 24 veleiros, de apenas 21 pés, partiram com um tripulante (o capitão) rumo à cidade de Antígua, no Caribe, passando antes por Tenerife, nas Ilhas Canárias, percurso que se repetiria até o ano de 1999.
Sendo realizada a cada dois anos, tipicamente em setembro, desde 2001, a regata teve seu percurso modificado, largando desde então na cidade de Les Sables d’Olonne, na França, com uma etapa nas Ilhas Canárias ou na Ilha da Madeira, onde os veleiros permanecem por alguns dias, antes de se lançarem em direção à cidade brasileira de Salvador, na Bahia.

A Classe Mini Brasileira
No Brasil, a Classe Mini vem se desenvolvendo desde o ano 2001, exclusivamente, em decorrência da paixão e do investimento individual de alguns velejadores.
Quatro velejadores brasileiros já completaram a Mini Transat de maneira oficial: Gustavo “Rato” Pacheco em 2005, Izabel Pimentel em 2009, Kan Chu em 2011 e Jonas Muro Gomes em 2023.
Antes deles, no ano 2001, Roberto Holzacker também completou a travessia entre Les Sables d’Olonne e Salvador, contudo, como não estava inscrito oficialmente e por ter “somente acompanhado” a regata em seu Mini, sua participação não foi considerada nos registros oficiais da classe.
Desde então, entre 15 e 20 veleiros 6.5 Mini foram sendo adquiridos por brasileiros e, hoje, velejam em águas brasileiras.
Assim, para incentivar e crescer a classe, uma associação foi constituída, a Mini Transat Brasil, e duas bases da classe foram organizadas; uma em Salvador na Bahía e, a outra no Guarujá em São Paulo, onde existem as maiores concentrações de veleiros da classe e interessados podem participar de clínicas e treinos.
Devido às dificuldades, a dedicação e os altos custos em se participar das regatas internacionais, os Minis brasileiros participam regularmente de regatas nacionais, entre elas, das regatas oceânicas Salvador – Ilhéus, Santos – Rio e Recife – Fernando de Noronha (REFENO), além de regatas de águas abrigadas e costeiras como a Semana de Vela de Ilhabela e a Aratu – Maragogipe.
Como mencionam no site da Classe Mini Transat no Brasil; “Ainda há muito potencial a se descobrir para esses “pequenos-grandes” barcos em águas brasileiras e, espero, que esta central de informações possa ser de ajuda nesse ponto!”1
Saiba mais acessando o site da classe Mini Transat Brasil: https://www.minitransatbrasil.com/
Brasileiros que participaram da Mini Transat 6.5
Como mencionado anteriormente, cinco brasileiros participaram de várias edições da regata 6.5 Classe Mini (Mini Transat).
Em 2001, o comandante Roberto Holzhacker, com o veleiro nº 365 de nome Aventureiro IV, participou da Mini Transat como “Outsider”, chegando em Salvador na 15ª posição, como mencionado, como não estava inscrito oficialmente e por ter “somente acompanhado” a regata em seu Mini, sua participação não foi considerada nos registros oficiais da classe.
Em 2003, o comandante Gustavo Pacheco (Instagram), com o veleiro nº 34, um antigo Mini construído em 1985 em madeira laminada e que já havia corrido 2 ou 3 regatas Mini Transat, uma delas, com a famosa velejadora francesa Isabele Autissier, partindo da França, participou da Mini Transat.
Na época, ao chegar em Salvador, Pacheco comentou: “Em 2003, se não fosse a ajuda e energia dos amigos do Brasil e da França, eu não teria conseguido terminar esta campanha. Neste exíguo interior do barco, morei por 5 meses. Tanto era o frio no mês de maio em Brest, que eu acendia o fogão para aquecer a noite fria… Foram mais de 6.000 milhas de convívio com este barco valente e cansado. Era de madeira e com alma… Axé! Cheguei na Bahia …“.
Leia o relato e a história completa escrita pelo Gustavo em seus textos; Um “Rato” Brasileiro na Transat dos Franceses (Parte 1 e Parte 2).
Em 2006, a comandante Izabel Pimentel (Instagram), com o veleiro nº 664 de nome Petit Bateau, se tornou a primeira velejadora brasileira a cruzar o Oceano Atlântico em solitário e em uma regata da Classe Mini Transat, uma viagem que durou 42 dias e 6 horas. Ela partiu no dia 10 de julho de Cascais, Portugal, e chegou a Fortaleza, no Brasil, no dia 21 de agosto às 22h. Para saber mais sobre sua viagem, leia seu livro A Travessia de uma mulher.
Em 2011, o comandante Kan Chuh (Instagram), com o veleiro nº 472 de nome Mosoco Bay, completou a Mini Transat em 21º lugar na Classe Série (La Rochelle – Funchal – Salvador, com um total de 4.200 milhas). Foi também campeão da Mini-Fastnet (França – Irlanda – França, uma regata com um total de 700 milhas) em um veleiro Mini Finot-Pogo-2.
Por último, em 2023, o comandante Jonas Muro Gomes (Instagram), com o veleiro nº 654 de nome Borrachudo, completou a Mini Transat em ?º lugar na Classe Série (La Rochelle – Ilhas Canárias – Guadalupe). As primeiras 1.350 milhas até as Canárias foram cumpridas em 11 dias, 11 horas, 54 minutos e 39 segundos. A largada foi no dia 26 de setembro na França. A segunda perna, das Canárias para Guadalupe, teve 2.700 milhas naúticas. O total da regata foi de 4.050 milhas náuticas. Antes disso, em 2001, ele fez a Regata Mini Fastnet, num total de 600 milhas entre França, Inglaterra e Irlanda, ao lado da também brasileira, Marina Bidoia Gerdullo.

A origem da Mini Transat

A Mini Transat foi a “resposta” do velejador inglês Bob Salmon, nos anos 70, à Transat Inglesa e à Route du Rhum Francesa onde, veleiros com mais de 65 pés e multicascos, impediam que velejadores independentes, como era o seu caso, com recursos próprios, pudessem concorrer nessas regatas de igual-para-igual.
Por outro lado, Bob Salmon, também procurava o espírito de aventura das primeiras regatas transatlântica dos tempos de Éric Tabarly, motivo pelo qual os barcos da Classe Mini Transat 6.5 m atendem, de maneira bem básica, às exigências para a segurança do velejador em alto mar. A meteorologia por satélite ainda é proibida, mas para assegurar a segurança da flotilha, a organização emprega um barco acompanhante para cada 12 competidores.
Hoje em dia, a Classe Mini Transat reúne aproximadamente 300 membros, em sua maioria competidores amadores e oriundos de todo tipo de profissões, como, por exemplo, do carpinteiro ao engenheiro, do enfermeiro ao mordomo, do jornalista ao capitão profissional.
A Classe Mini Transat é, acima de tudo, a associação de todas as pessoas que gostam da liberdade que a navegação proporciona pois, querem velejar com segurança em alto mar, percorrendo grandes distâncias, superando seus limites e com orçamentos relativamente pequenos, desfrutando momentos únicos de felicidade que a solidariedade dos velejadores e a navegação oceânica proporcionam.2

Características técnicas
- Estaleiros (Brasil):
- Estaleiro Skipper – Porto Alegre – RS (10 barcos construídos e homologados na França).
- Estaleiro Marco Landi – Indaiatuba – SP (One-Off)
- Artesanal
- Classe: Mini Transat 6.5 (https://www.classemini.com/)
- Armação/ Tipo: Sloop
- Projeto: Vários
- Desenho: Vários
- Material do casco: Fibra de vidro, madeira ou carbono
- Categoria: Mar aberto
- Motorização: Pela regra da classe não é permitida motorização.
- Tripulantes: 1 ou 2
- Pernoite: 1 ou 2
- Comprimento: 6,50 m
- Linha d’água: 6,50 m
- Boca: 3,0 m
- Calado: 1,60 m
- Área vélica:
- Mestra: 27 m²
- Genoa: 17 m²
- Balão: 80 m² (máximo)
- Deslocamento: 950 kg
- Tanque de água: N/D
Planos
As regras da Classe Mini foram concebidas para incentivar as regatas oceânicas em barcos de competição monocasco pequenos e de preço moderado, com tripulações reduzidas.
As regras visam promover a pesquisa e o desenvolvimento da segurança e desempenho desses veleiros em regatas oceânicas.
Hoje o regulamento para um barco se enquadrar como Mini 6.50 é mais complexo, com uma série de limitações, exigências e medidas máximas sendo implementadas ao longo dos 45 anos da Classe, na maioria dos casos tendo em vista a segurança da navegação e limitação de custos (especialmente para os barcos de Série)3
Os veleiros inscritos estão restritos às seguintes medidas e regras, independente do design do casco:

Casco, convés e interior
Normalmente, a não ser que seja de madeira ou fibra de carbono, o convés é construído utilizando sanduíche com núcleo de PVC rígido (Divinycell), em toda a sua superfície e acabado externo com antiderrapante.
Casco e interior com laminação sólida, seguindo rigorosamente o plano de laminação e materiais, fornecido e indicados pelo projetista.
Casco com flutuabilidade positiva, de acordo com as normas de segurança exigidas pela classe, através de material de flutuação.
Interior com acomodações mínimas exigidas pela classe, além de espera para apêndices opcionais de conforto.
Fotos tiradas por Max Gorissen com autorização do Sr. José Carlos Chrispin, proprietário do veleiro Mini Transat 6.5 de nome Daddy-O.
Quilha e lemes
Quilha com bulbo de chumbo, de alto rendimento, com corpo de ferro fundido, ou PRFV, com peso de 410Kg (estimado), de acordo com projeto.
Lemes construídos em fibra de vidro, PRFV, e preenchimento interno com PVC rígido (Divinycell).
Fotos tiradas por Max Gorissen com autorização do Sr. José Carlos Chrispin, proprietário do veleiro Mini Transat 6.5 de nome Daddy-O.
Mastro e retranca
Mastro de alumínio com 2 pares de cruzetas. Utilizando perfil especialmente projetado e desenvolvido para este fim, mínimo de 2,1kg/m (exigido pela CM).
Mastro equipado com roldanas para adriças, de alumínio, de alta resistência.
Retranca de alumínio contendo equipamento de rizos e regulagens de esteira.
Estaiamento em aço inox 316L 1×19 reguláveis através de esticadores e sistema de estai volante com regulagem por cabo de spectra, reduções, roldanas e stoppers.
Gurupés de alumínio com sistema de rotação e regulagem por cabo de spectra, reduções, roldanas e stoppers.
Fotos tiradas por Max Gorissen com autorização do Sr. José Carlos Chrispin, proprietário do veleiro Mini Transat 6.5 de nome Daddy-O.
Veleiros Brasileiros conhecidos
| Nome | Ano | Numeral | Outros nomes | Proprietário | Local |
|---|---|---|---|---|---|
| Aventureiro IV | 365 | Roberto Holzhacker | |||
| Bango Bango | 941 | Rio de Janeiro – RJ | |||
| Bloody Bones | BRA 2648 | Marcelo Bernd | Clube dos Jangadeiros – Poá – RS | ||
| Borrachudo | 654 | Jonas Muro Gomes | |||
| Camonia | 874 | Augusto | Brasília – DF | ||
| Daddy-O | José Carlos Chrispin | Marina Supmar – Guarujá – SP | |||
| Down | 875 | Francisco Ari | Salvador- BA | ||
| Epsilon | 1985 | 34 | Gustavo Pacheco | ||
| Equinox | |||||
| Fluido | 876 | ||||
| Jacaré | 854 | Pedro Fukui | Ilha Bela – SP | ||
| Maratu | 876 | Barreto | Salvador – BA | ||
| Mosoco Bay | 472 | ||||
| Or | Roberto Holzhacker | Europa | |||
| Petit Bateau | 664 | ||||
| Pinguim | 797 | ||||
| VMax VI | 872 | Kan Chuh | Salvador- BA | ||
| VMax VII | Salvador – BA | ||||
| Xavante | 873 | Márcio | Niterói – RJ | ||
| 919 – BRA 2648 | Rodrigo Behegaray |
Fotos dos veleiros
Estas são fotos que me foram enviadas por seus proprietários para postar na época da SailBrasil.com.br. Caso tenha outras fotos, envie para contato junto com o nome do autor.
O crédito está descrito na maioria das fotos. Caso não esteja e for uma foto de sua propriedade, favor enviar seu nome para que possa destacar o crédito na foto.
Estaleiros Brasileiros
Os veleiros da Classe Mini Transat 6.5 são produzidos em diversos estaleiros, contudo, no Brasil, foram produzidos pelos seguintes estaleiros conhecidos (alguns foram construção artesanal):
Estaleiro Skipper (Porto Alegre – RS)
O estaleiro Skipper fabricou até o ano de 2018, os veleiros Skipper 21, 21 Nano, Neo 25, 30 e 38.
Em 2014, o estaleiro Skipper iniciou no Brasil a fabricação de veleiros da Classe Mini com base na internacional Transat 6.50 (Mini Transat). O estaleiro tinha como objetivo homologar o veleiro na classe na França e ter a classe registrada no Brasil, evitando com que velejadores brasileiros tivessem de ir à França para correr as regatas classificatórias. Ao final, 10 veleiros Classe Mini forma construídos e homologados na França.
Fotos extraídas do site do estaleiro Skipper (www.skippermini.com.br – não existe mais). Copyright Estaleiro Skipper e Designer Nestor Volker. Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução.
Estaleiro Marco Landi (Indaiatuba – SP)
A empresa ML Boatworks (Landor Indústria e Comércio Ltda) foi fundada no ano de 1996 na cidade de Indaiatuba – SP pelo brasileiro Marco Landi. Contudo, a história deste engenheiro é antiga e, desde seu início, de sucesso.
Seu currículo náutico tem início na Itália e no Reino Unido, no começo da década de 90, onde participou da fabricação de veleiros para a America’s Cup e para a Whitbread Round the World (antigo nome da Volvo Ocean Race), nesta última, participando da fabricação do “Rothmans”, quarto lugar na Whitbread de 1989/90 e do “NCB Ireland”, décimo segundo no mesmo ano.
No Brasil, antes de formar a ML Boatworks, começou a fabricar veleiros no ano de 1988, tendo construído, por exemplo, o “Magia” de Torben Grael, que venceu os circuitos de Ilhabela e Rio de Janeiro em 1992.
Quem acompanha regatas, sem dúvida se recorda de que a ML Boatworks foi destaque em 2004 por ter fabricado o veleiro “Brasil 1” para a edição 2005/ 2006 da Volvo Ocean Race, trabalhando junto com o neozelandês Chris Mellow e o uruguaio Horácio Carabelli.
A lista de barcos fabricados pela empresa não termina aí, tendo produzido, desde sua constituição, mais de 44 barcos entre 22 e 84 pés, como o “Trader”, um Transpac de 52 pés, projetado nos EUA por Jim Donovan, o “Montecristo”, um Carabelli 53, o “Sessentão”, um Nacira 60, alguns Javier Soto Acebal como o 64 e 84, todos os 6 veleiros ILC 30, entre eles o “Gurupira”, “Dreamer” e o “Magia”, o “Forró”, um Carabelli 55 do famoso Gastão Brun, fita azul da Rota do Aço em 2004, entre tantos outros veleiros.
Em 1991 o estaleiro construiu o veleiro Classe Mini Transat 6.5 de nome “Or” em carbono pós curado e com quilha fixa.
Matérias da época

Izabel Pimentel é uma mato-grossense que até os 20 anos nunca tinha sentido especial atração pelo mar. Até que morando no Rio de Janeiro se apaixonou pela vida marítima e pouco depois se mudou para a cidade de Paraty movida pelo desejo de navegar. Com a determinação que lhe é peculiar fez tudo que estava a seu alcance para vivenciar novas experiências no ambiente que tanto a encantava. Por anos Izabel batalhou pelo sonho de lançar-se ao mar uma aventura na qual pensava dia e noite. Aos 40 anos ela não teve medo da solidão em alto- mar dos navios gigantescos que poderiam cruzar seu caminho das fortes tempestades ventos e correntes que enfrentaria do desconforto de um barco de apenas 21 pés e de muitos outros perigos que a esperavam nessa travessia. A velejadora enfrentou todos os desafios que se impuseram nos 42 dias de seu percurso mas também aproveitou cada minuto de prazer e encantamento da viagem. Num relato de superação constante exemplo de força de vontade e coragem acompanhamos uma jornada recheada de adrenalina imprevistos tensão alegria riscos e beleza.
Compre o livro de Izabel Pimentel em A Travessia de uma mulher.
Vídeos
Começou! Conhecendo o Mini “Borrachudo” na Europa! Mini Transat 2023 – Jonas Muro Gomes
Depoimentos e contribuições para esta matéria
Links e referências bibliográficos e informativa
- Classe Mini 6.5 – Site: https://www.classemini.com/
- Jonas Muro Gomes – Um “Rato” Brasileiro na Transat dos Franceses (Parte 1)
- Jonas Muro Gomes – Um “Rato” Brasileiro na Transat dos Franceses (Parte 2)
- Izabel Pimentel – 1ª brasileira na Mini Transat, através do Atlântico e ao redor do Mundo!
- Jonas Muro Gomes – Era Uma Vez, Uma Noite no Mar
- Instagram Classe Mini 6.5 Brasil
- FEVERJ – Classe Mini Transat
- Wikipédia Transat 6.5
Agradecimentos
- Sr. José Carlos Chrispin, proprietário do veleiro Mini Transat 6.5 de nome Daddy-O
Espero que tenha gostado pois, cada embarcação clássica tem uma história única para contar e que pode servir de referência e consulta para historiadores, pessoas e instituições interessadas, antigos e novos proprietários e o público em geral, promovendo assim a rica e as intrigantes histórias associadas a esses clássicos e preservando e aumentando assim seu significado cultural para as gerações futuras.
Bons ventos!
Max Gorissen
Velejador. Escritor.
Notas de Rodapé (também incluídas no texto acima em Links e referências bibliográficos e informativa)
- Texto extraído da página “Sobre a Classe Mini 6.5” do site https://www.minitransatbrasil.com/sobre-a-classe ↩︎
- Texto desenvolvido a partir da página de “Apresentação” do site da Classe Mini: https://www.classemini.com/?mode=presentation ↩︎
- Sobre os barcos Mini Transat 6.5 Brasil – https://www.minitransatbrasil.com/sobre-os-barcos ↩︎
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