Tenho como sonho um dia poder implementar uma iniciativa para preservar o patrimônio náutico brasileiro… por isso, já pensando em algum dia poder implementá-lo, além do Cadastro de Veleiros Clássicos, decidi pesquisar e escrever artigos sobre diversos assuntos relacionados à vela brasileira, entre eles, os veleiros desenvolvidos no Brasil… é sobre isso que irá encontrar informações no texto abaixo… caso possa colaborar com informações ou registros históricos, entre em contato. O que não podemos deixar acontecer é essa história se perder.
Max Gorissen – Velejador. Escritor.
O veleiro Sea Gull 18′ não surgiu como muitos veleiros dos anos 30, cheios de pretenções e objetivos do tipo; desenvolver uma nova classe de veleiro de regata mais competitivo, robusto e confortável, ou; da necessidade de criar um barco mais rápido, bom de navegação e acessível, que pudesse ser construído em série.
O Sea Gull 18′, foi concebido especificamente para ilustrar a seção sobre “construção amadora” da revista norte americana “The Rudder Magazine”, onde, periodicamente, eram divulgados os planos de construção de um veleiro.
O artigo, escrito por William F. Crosby para a edição de novembro de 1930 da revista, sob o título “Como construir um Sea Gull”, apresentou o veleiro da seguinte maneira; “O Sea Gull é apresentado aqui como mais um da série THE RUDDER de artigos sobre como construir, que têm sido publicados periodicamente ao longo de muitos anos. Ele tem dezoito pés de comprimento e uma boca de sete pés, sendo o tipo mais simples de barco que se pode construir. Não é necessário vergar a vapor as madeiras em nenhuma parte de sua construção, e o veleiro pode ser construído com madeiras disponíveis em quase qualquer lugar. Deve ser um barco razoavelmente rápido e navegável para seu tamanho e, certamente, se mostrará uma excelente embarcação para uma classe de modelo único (one-design)“1 – Leia o artigo completo em inglês em “Matérias da época” abaixo.
Talvez por este fato, ser um modelo de veleiro desenhado especificamente para ilustrar a seção sobre “construção amadora” de uma revista, que o veleiro nunca possuiu um “símbolo/logo da classe” para ser disposto na sua vela mestra. Em alguns veleiros, um “S” maiúsculo foi usado. Nos artigos de revista ou nas súmulas de regata, a classe era designada por Seagull ou “SG”. Nas velas, na maioria dos veleiros, somente o número do veleiro para efeito de identificação em regatas.
No Brasil, em vez das duas palavras em inglês “Sea Gull”, a ave marinha que conhecemos como gaivota, adotou-se o nome do veleiro com uma palavra só: “Seagull”.
Apenas a título de informação, o Sr. William Flower Crosby (1891 – 1953) foi editor das revistas “The Rudder Magazine” e “Motor Boat Magazine”, além de autor do livro “Amateur Boat Building” de 1938. Ele é mais conhecido hoje em dia pelo design do veleiro Snipe (1931).


Alguns veleiros Seagull tinham uma pequena cabine. A cabine, inicialmente, não fazia parte do projeto apresentado na edição de novembro de 1930, contudo, anos depois (não consegui identificar a data), o próprio William F. Crosby, em outra edição da revista, incorporou ao desenho uma cabine.

Os Seagulls 18′ foram bastante utilizados nos anos 30, 40 e 50 na Represa de Guarapiranga em São Paulo, principalmente, pelo YCSA e pelo SPYC, este último, tendo adotado o Seagull como veleiro de regata da etapa paulista da competição “Comodore’s Cup”, que ocorria duas vezes ao ano contra os velejadores cariocas (veja a seguir).
No livro SPYC 100 anos, o autor escreveu; “… para o SPYC (na época SPSC – São Paulo Sailing Club), a década de 30 foi marcada também pela criação de duas de suas competições mais importantes, a Abbott Cup, em 1930, e, em 1937, a Commodore Cup, um desafio mais ou menos anual contra o Rio Yacht Club. Além disso, é claro, houve um aumento nas regatas inter-clubes na represa.
Também foi nessa época que reconhecidas classes internacionais de veleiros, como o Snipe e o Seagull, começaram a aparecer na Guarapiranga, ao lado do brasileiro Guanabara. O Seagull iria dominar regatas no clube (SPYC) durante vários anos. Arthur Kent levou seu Seagull, o Heron, ao seu primeiro Campeonato do Clube em 1935, um feito que ele repetiu nada menos do que oito vezes na década de 1940.

Tão dominante era o Seagull que em 1935 passou a ter sua própria disputa, com o escudo/troféu oferecido por Fred Pirie, comodoro do SPYC em 1936. Fred Pirie, venceu a Abbott Cup de 1934 com seu Seagull ‘Diana‘ e, novamente, em 1936, com seu novo Seagull ‘Ícaro‘. Também participou de várias equipes no Comodore’s Cup, especialmente no primeiro evento em 1937.
Na assembleia-geral de janeiro de 1936, o capitão de vela dizia aos sócios que “a nova classe Seagull, totalizando agora seis barcos, já comprovou plenamente seu valor”.
Com os Iole Olímpicos, os Sharpie 12m² e os Ioles 20 m², outras classes em rápida expansão na época, os Seagulls formavam as classes de veleiros usados nos primeiros desafios inter-clubes na represa de Guarapiranga e das equipes na Commodore Cup“.2

Em meados dos anos 50, os veleiros Seagull 18′ foram aos poucos sendo substituídos pelos veleiros da Classe Lightning, projetado em 1938 por Olin Stephens da Sparkman & Stephens, veleiros que, até o ano de 1957, eram todos importados.
Apenas para registro histórico, o primeiro Lightning brasileiro só viria a ser construído no ano de 1957, pelo Estaleiro Flório Zotarelli de São Paulo. O veleiro, chamado Canopus – BL 6057, seria o primeiro Lightning de uma série de veleiros da classe construídos pelo estaleiro.

Comodore’s Cup – Regatas entre o SPYC e o RYC
Em 1936, durante uma acalorada conversa sobre “futebol”, dois capitães, um do SPYC de São Paulo e outro do RYC do Rio de Janeiro, enquanto degustavam um Gim-tônica no antigo Hotel Terminus em São Paulo, lhes ocorreu a ideia de realizar algumas regatas entre paulistas e niteroienses.
Dessa conversa nasceu a ideia que veio a ser concretizada com as primeiras regatas em 1937.
Vale a pena notar que, justamente em 1936 e 1937, ambos os clubes estavam empenhados em reformar suas frotas, o RYC tendo optado pelo Hagen-Sharpie, enquanto os paulistas, estavam desenvolvendo a classe Seagull 18′.
A série inicial de regatas foi disputada na represa de Guarapiranga já em abril 1937 e, para essas regatas, o Sr. H.M.Sieyes, então comodoro do RYC, doou a taça “Comodoro”, para ser disputada em duas séries de regatas anuais sendo, uma na Guarapiranga (SP) e a outra na Guanabara (RJ), ficando estabelecido de que essa taça permaneceria propriedade do clube que conseguisse ganhá-la três vezes.
Para obter um tento, um dos clubes teria de ganha as duas series do ano.
Com três triunfos, a primeira taça ficou com o clube paulista (SPYC – veja tabela abaixo).
Uma segunda taça foi então doada pelo Sr. Francis L.Glass, comodoro do São Paulo Yacht Club no ano de 1943, sendo que as condições de disputa se mantiveram semelhantes às condições estabelecidas para a primeira taça: A taça fica de posse provisória do clube que vencer as duas competições anuais. A posse definitiva será do clube que conseguir ter a posse provisória da taça por 3 vezes consecutivas ou 4 intercaladas.
Resultados da Comodore’s Cup:


Fotos das “tábuas” de resultado das duas taças Comodore’s Cup expostas hoje no salão principal do SPYC. Foto extraídas do livro São Paulo Yacht Club 100 anos – 1917 – 2017
Especificações
- Modelo: Seagull 18′
- Período de Fabricação no Brasil: 1930 – 1950
- Material construtivo: Madeira
- Armação: Sloop com armação Marconi
- Tripulantes/ Passageiros: 1 / 1
- Design No.: Veleiro desenhado especialmente para ser divulgado na revista “The Rudder”, edição de novembro de 1930.
- Comprimento: 18 pés ou 5,49 m
- Linha d’água (m): 27,25 pés ou 5,26 m
- Boca (m): 7 pés ou 2,13 m
- Calado (m): 10 pés ou 3,048 m
- Área velica (m²): 165 sq. ft. ou 15,329 m²
- Deslocamento (Kg): 1.000 lbs ou 453,59 kg
- Projetista: William F. Crosby
- Observações: O veleiro foi “imaginado” para ser de construção simples, com o objetivo de atender ao construtor amador.
Planos

Veleiros Brasileiros conhecidos
Seagull 18′
| Nome | Ano | Numeral | Outros nomes |
|---|---|---|---|
| Araguaia | |||
| Brisa | S 13 | ||
| Bruxa | |||
| Diana | 1934 | ||
| Heron | 1935 | ||
| Ícaro | 1936 | ||
| Pelikan | 1936 | ||
| Samoa | H 202 | ||
| Suzy | |||
| Vento Leste | |||
| Tamoio | |||
| Titanic III | |||
| ? | S 358 | ||
Seagull 14′
| Nome | Ano | Numeral | Outros nomes |
|---|---|---|---|
| Gato Seco | BL 17 | ||
O Seagull 14′
O Seagull 14′ é uma variação “proporcional” do veleiro Seagull 18′, projeto de William F. Crosby.
Do Seagull 14′ não se tem muitas informações (parece que foram construídos somente 3 veleiros de 14′ no Brasil) e o único veleiro que consegui identificar “no mundo” foi o Gato Seco, pertencente ao Sr. Francisco Luiz Silva do SPYC.
O nome Gato Seco não é o nome original e foi dado ao veleiro, encontrado sem nome e em muito mal estado, após sua completa restauração, pelo Sr. Francisco em homenagem a um rapaz que cuidava dos veleiros do SPYC e que faleceu há alguns anos.
Em conversa com Francisco, ele me disse; “acredito de que o veleiro não foi construído no Brasil e sim na França, ja que, durante a restauração, os parafusos que encontrei no veleiro, além de ter escrito ‘Fabriqué en France’ nas porcas, tinham uma bitola diferente da usada no Brasil“.
Seria este o único veleiro existente e construído por alguém que queria um Seagull um pouco menor? Se souber a resposta, por favor, entre em contato.

O Seagull com cabine
Alguns veleiros Seagull 18′ tinham uma cabine.
A cabine, inicialmente, não fazia parte do projeto apresentado na edição de novembro de 1930, contudo, anos depois (não consegui identificar a data), o próprio William F. Crosby, em outra edição da revista, incorporou um desenho de cabine ao projeto original.
Existem relatos de que os Seagull com cabine, muitas vezes, competiam com os veleiros da classe Delfim, apesar de cada classe ter sua categoria. Também relatam de que a maioria dos Seagulls cabinados da represa de Guarapiranga pertenciam aos sócios do YCSA.

Estaleiros
Existiam, na década de 30 e 40, alguns estaleiros nas ruas entre os clubes SPYC e YCSA e, também, perto da barragem da represa que construíam estes e outros veleiros. Também foram construídos amadoramente por seus proprietários.
Campeonatos
- Comodore’s Cup – Regatas entre o SPYC e o RYC
- Abbott Cup – SPYC
- Regata Noturna inter-clubes – Guarapiranga
Matérias da época
Matéria sobre o veleiro Sea Gull 18′, projeto de William F. Crosby, desenhado especialmente para a revista “The Rudder Magazine” de novembro de 1930. Copyright William F. Crosby e The Rudder Magazine. Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução.
Capa e índice da revista “The Rudder Magazine” de novembro de 1930, onde William F. Crosby divulgou o veleiro Sea Gull 18′. Copyright William F. Crosby e The Rudder Magazine. Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução.
Matéria “Yachting Brasileiro em São Paulo” – Revista Yachtning Brasileiro No. 43 de maio de 1948. Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução.
Na matéria “Atividades da vela em São Paulo” há o relato de que, na classe SEAGULL A CABINE, ficaram empatados os veleiros de Ayres Fonseca Costa do ICRJ e H. Zydow, do YCSA (infelizmente não informa os nomes dos veleiros). Revista Yachting Brasileiro No. 46 de agosto de 1948. Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução.
Matéria “A Comodore Cup em São Paulo” – Revista Yachting Brasileiro No. 55 de maio de 1949. Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução.
Matéria “A Comodore Cup em Niterói” – Revista Yachting Brasileiro No. 74 de dezembro de 1950. Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução.

Matéria “Início da temporada – Regata Clube de Campo” – Revista Yachting Brasileiro No. 78 de abril de 1951. Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução.
Depoimentos e contribuições para esta matéria
Francisco Luiz Silva em outubro de 2025 sobre seu Seagull 14′
O nome Gato Seco não é o nome original e foi dado ao veleiro, encontrado sem nome e em muito mal estado, após sua completa restauração, em homenagem a um rapaz que cuidava dos veleiros do SPYC e que faleceu há alguns anos.
Acredito de que o veleiro não foi construído no Brasil e sim na França, ja que, durante a restauração, os parafusos que encontrei no veleiro, além de ter escrito ‘Fabriqué en France’ nas porcas, tinham uma bitola diferente da usada no Brasil.
Outra curiosidade…. mandei confeccionar as velas que foram calculadas tomando como base o mastro e retranca original do veleiro e que estavam em perfeito estado, possibilitando as medições. Fiz as velas com o Sr. Mario Buckup, que deu uma atenção especial por gostar dos Seagulls. Como o veleiro não tinha nome e nem vela e não sabia seu numeral, coloquei um numeral aleatório…escolhi o BL 17 pois, falando com Sr.Mario, este era o numeral que ele usava em seus barcos.

Raymond Grantham por Whatsapp em outubro de 2025
Aprendi a velejar no Seagull “Pelikan” de meu pai, Frank Grantham, no Canal de São Gonçalo, entre a Lagoa dos Patos e a Lagoa Mirim.
O Seagull “Pelikan” foi nosso de 1958 até 1975 (hoje possuo outro “Pelikan“, um Half-Tonner, projeto de Gary Mull, construído de madeira Laminada Saturada em Epóxi).
O Seagull foi, segundo consta, construído em Pelotas por um inglês e, acredito, construído no ano de 1936 pois, sob o deck de proa, estava escrito este ano com tinta Zarcão.
Morávamos em Rio Grande quando foi comprado e trazido de Pelotas. Navegávamos entre a Barra de Rio Grande e São Lourenço do Sul, eventualmente, entrando também no canal de São Gonçalo (canal natural de 80 km que liga as duas grandes lagoas do Sul; Patos e Mirim)
O “Pelikan” era o único veleiro da classe Seagull na região de Rio Grande – RS.
Inicialmente, não tinha cabine. Foi minha primeira experiencia como carpinteiro naval.
Antes de fazer a cabine e o novo deck, troquei a quilha e a caixa de bolina. Estava comida por gusanos (teredo). Fiz a quilha com madeira dura Grápia. Para fazer a curva e chegar na roda de proa, cozinhei a madeira em óleo de linhaça por um dia inteiro em fogo de chão (fogo de lenha em cava aberta na areia do Clube). Inicialmente, demarquei a curvatura com estacas de madeira e, ao longo do dia, à medida que a madeira esquentava e amolecia, ia puxando com uma talha até atingir o ponto desejado. Assim que alcançou a medida, abafei o fogo e deixei esfriar por uns dois dias. Ficou perfeita para ligar sobre as cavernas. Grápia com 200mm de largura por 50mm espessura e 5 metros de comprimento.
Seguem algumas fotos do acervo da minha família.
Várias fotos do Seagull “Pelikan” de Frank Grantham. Fotos do acervo de Raymond Grantham. Proibida sua reprodução. Todos os direitos reservados.



Raymond Grantham por Whatsapp em novembro de 2025

Roberto Rocha Azevedo
Segue foto do veleiro Samoa (H 202), um Seagull 18′ com cabine e de propriedade do meu pai. A foto foi tirada com o veleiro na poita em frente à chácara de meus avós na Represa de Guarapiranga – SP.
A maioria dos Seagull ficava no SPYC, onde eram usados nas regatas da Comodore´s Cup em São Paulo contra o Rio Yacht Club, enquanto no Rio eram disputadas nos Hagen-Sharpie.
Você menciona os Lightnings e fui eu que encomendei o Canopus 6057 (primeiro Lightning do Flório) quando vendi meu Pinguim. Recebi o veleiro em 1956 e, o Flório, continuou construindo esses Lightnings até o final dos anos 50, quando os 3 últimos tiveram os numerais 6630, 6631 e 6634. Foram do Bené Levi (Guga II), Zuza Vieitas e Roberto Ferreira da Rosa/Putz Richter. Na foto, a primeira velejada do Canopus no través, amaciando as velas de algodão do Polaschek.

Eu tenho uma foto de quando retiramos o Canopus do estaleiro do Flório ainda na carreta, vou procurar e postar. E uma nota interessante: quando a Comodore´s Cup passou a ser disputada com Lightnings, e o SPYC, não tendo sócios com barcos suficientes, eu emprestei o Canopus para a Margret Schmidt Haynes e fui seu proeiro !
No espelho de popa do Canopus tem 3 pontos que eram para acoplar um suporte de motor de popa… o Flório colocava esses suportes, mas nunca usamos nem tivemos motor de popa.


Esquerda: a primeira velejada do Canopus no través, amaciando as velas de algodão do Polaschek. Direita: velejada inicial do Canopus, com o Pézinho ao leme, eu e meu primo Newton Carneiro. – Fotos: Acervo da família de Roberto Rocha Azevedo.
Raymond Grantham e seu modelo do Pelikan (Seagull 18′)
Em seu escritório na Coninco no Guarujá, Raymond mantém um “modelo” em escala do Seagull 18′ cuidado com muito carinho. Foi construído por um artesão e dado à ele de presente.
Modelo do Seagull 18 pes de Raymond Grantham – Fotos: Max Gorissen
Jackson Bergamo durante reunião em seu estaleiro em 18/11/2025
Sou proprietário do Seagull 18′ de nome Titanic III, que lixei assim que adquiri o veleiro. O veleiro está no meu estaleiro, sem cabine, aguardando algum interessado que queira adquirí-lo e reformá-lo. Também pensei em usá-lo para dar um treinamento em marcenaria naval… quem sabe um dia. Seguem fotos, inclusive, de quando foi adquirido pelo Danilo Danilo Iakimoff:
Seguem também fotos do “Super” Seagull 18′ de nome Bruxa, hoje no Yacht Club Itaupú, na represa de Guarapiranga. Seguem fotos:
Links e referências bibliográficos e informativa
- Revista Yachting Brasileiro – várias Edições
- Revista “The Rudder” de novembro de 1930
- Livro São Paulo Yacht Club 100 anos – 1917 – 2017
Agradecimentos
- Raymond Grantham
- Roberto Rocha Azevedo
- Jackson Bergamo
- Francisco Luiz Silva do SPYC (com edições da Revista Yachting Brasileiro)
Espero que tenha gostado pois, cada embarcação clássica tem uma história única para contar e que pode servir de referência e consulta para historiadores, pessoas e instituições interessadas, antigos e novos proprietários e o público em geral, promovendo assim a rica e as intrigantes histórias associadas a esses clássicos e preservando e aumentando assim seu significado cultural para as gerações futuras.
Bons ventos!
Max Gorissen
Velejador. Escritor.
Notas de Rodapé (também incluídas no texto acima em Links e referências bibliográficos e informativa)
- trecho traduzido do artigo da série sobre “construção amadora” na edição de novembro de 1930 da revista norte americana “The Rudder Magazine” ↩︎
- Trecho extraído das páginas 108 e 110 (em português) do Livro São Paulo Yacht Club (SPYC) – 100 anos – 1917 a 2017. Todos os direitos reservados. ↩︎
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