Chinook

  • Ano de Fabricação: 1941
  • Outros nomes: Bevette
  • Estaleiro: Kolbjornsvik Verft & Slipp – Arendal, Noruega
  • Material construtivo: Madeira
  • Armação: Sloop
  • Modelo: Dragon
  • Tripulantes/ Passageiros: 1 / 2
  • Numeral:
  • Comprimento: 29’ ou 8,90 m
  • Linha d’água (m): 5,7 m
  • Boca (m): 2,00 m
  • Calado (m): 1,20 m
  • Área velica (m²): 27,7 m2
  • Deslocamento (Kg): 1.721
  • Projetista: Johan August Anker
  • Proprietários conhecidos: Miguel e Tito Stegmann (importam o Chinook em 1960 e mudam seu nome para “Bevette”), Humberto C.Antunes (retorna o nome para “Chinook”), Andreas “Andy” Dierberger (1989)
  • Observações: O veleiro foi trazido da Alemanha nos anos 60 para correr regatas no Brasil. Em 1989, foi totalmente restaurado por Andreas Dierberger, incluindo uma pequena cabine, para pernoites na região da Baía de Ilha Grande no RJ. Em 2025, “Andy” realiza uma nova reforma “completa” do veleiro, retornando nesta ao seu design original (a reforma pode ser vista nas fotos abaixo).

Saiba tudo sobre a história destes veleiros e sua classe no Brasil lendo o artigo: Dragão dos mares

Meu pai, Nelson Chade, teve um Dragon na Billings e depois um 5m.

Inclusive o 5m, de nome Jutusa (Sjutusa), foi a minha primeira velejada na vida (2 meses de vida)! Comecei em grande estilo. Um “italiano” o abonou e foi o ultimo dono. Pelo que eu soube, ficou um bom tempo no Flório (nada de novo!).

Veleiro 5m Jutusa (Sjutusa) do pai de Marcelo Chade, Nelson Chade. Foto do acervo de Marcelo Chade.

Sobre os Dragons, existiram dois no Brasil, um branco (que foi do meu pai na Billings – Linie) e um amarelo (Chinook) que se perdeu podre no YCSA. Quem teve, provavelmente, o Dragon do YCSA foi a família dos Stegmann. Peter me falou sobre ele.

Dragon (Linie) do pai do Marcelo Chade, Nelson Chade, na Represa Billings. Foto do acervo de Marcelo Chade.

Bom dia Max, satisfação em falar e logo mais encontrar.
Prazer em contar a história do Chinook, veleiro integralmente restaurado em 1989, grande aprendizado!
Aprecio a magnífica região da Baia da Ilha Grande desde os anos 90.
Inicialmente nele, mais tarde no Chestnut Tree 45 pés, 1965, Sangermani. Um dia apareceu o bermuda racer Phil Rhodes Frøya II, 1968, 50 pés. Surgiu o Classe Brasil Barracuda e agora um 5.5m int. (Hansa)

O Chinnok finalizou, está pronto e deveria velejar. Veja as fotos:

Foto: Max Gorissen

Chinook sendo restaurado no estaleiro do Sr. “Andy” Dierberger em Barra Bonita – SP – Fotos de 2025, enviadas por “Andy” Dierberger em 11/01/2026.

Tenho como sonho um dia poder implementar uma iniciativa para preservar o patrimônio náutico brasileiro… por isso, já pensando em algum dia poder implementá-lo, além do Cadastro de Veleiros Clássicos, decidi pesquisar e escrever artigos sobre diversos assuntos relacionados à vela brasileira, entre eles, os veleiros desenvolvidos no Brasil… é sobre isso que irá encontrar informações no texto abaixo… caso possa colaborar com informações ou registros históricos, entre em contato. O que não podemos deixar acontecer é essa história se perder.

Max Gorissen – Velejador. Escritor.


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