Lyapu 9

Especificações

  • Ano de fabricação:
  • Outros nomes:
  • Modelo: Sharpie 12m²
  • Classe: Classe Monotipo Sharpie 12m²
  • Estaleiro:
  • Armação/ Tipo: Caranguejeira na vela grande e buja.
  • Material do casco: Madeira
  • Categoria: Interior
  • Motorização: Nenhuma
  • Tripulantes: 2 pessoas
  • Numeral:
  • Comprimento: 19,65 pés ou 5,99 m
  • Linha d’água: 5,40 m
  • Boca: 1,43 m
  • Pontal: 0,53 m
  • Calado: 0,16 m (sem bolina) e 0,96 m (com bolina arriada)
  • Área velica (Mestra e Genoa): 14,92 m²
  • Área velica (Balão): N/D
  • Deslocamento: 230 Kg
  • Projeto: Karl Kröger, Hans Kröger e Walter Brauer (Yacht und Bootswerft Gebr. Kröger)
  • Proprietários: Laurence Duarte Colvara
  • Observações:

Minha história com Sharpie (sim, mais de um) é de um tempo em que não havia internet… os veleiros foram o Isis e o Lyapu9…

Em 1932, um ano após o lançamento do veleiro Sharpie 12 m² na Alemanha, um grupo de iatistas do Iate Clube Brasileiro, no Rio de Janeiro, trouxe a planta da embarcação para o Brasil e formou a primeira flotilha da nova classe.

Sendo um veleiro muito rápido e estável para a época, para dois tripulantes, com uma inconfundível vela quadrangular e casco formado por uma área plana ao longo da quilha – uma inovação que os veleiros só vieram a implementar décadas depois –, o Sharpie rapidamente se espalhou pelo Brasil.

Em 1938, organizou-se o primeiro Campeonato Brasileiro da Classe Sharpie, que se repetiu bienalmente até 1960. Desse ano em diante, o campeonato passou a ser anual, até 1971, quando foi interrompido durante seis anos, retornando em 1978, na praia de Santos (SP). Suas três últimas edições foram realizadas em Niterói (RJ), em 2014, Nova Lima (MG), em 2015, e em São Paulo (SP), na Represa de Guarapiranga, em 2016.

A paixão pelo veleiro classe Sharpie – uma paixão inspirada pelo profundo apreço por sua beleza atemporal e seu incrível desempenho, me fez escrever sobre a história dessa classe no Brasil. Clique aqui para ler a história destes maravilhosos veleiros.

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Tenho como sonho um dia poder implementar uma iniciativa para preservar o patrimônio náutico brasileiro… por isso, já pensando em algum dia poder implementá-lo, além do Cadastro de Veleiros Clássicos, decidi pesquisar e escrever artigos sobre diversos assuntos relacionados à vela brasileira, entre eles, os veleiros desenvolvidos no Brasil… é sobre isso que irá encontrar informações no texto abaixo… caso possa colaborar com informações ou registros históricos, entre em contato. O que não podemos deixar acontecer é essa história se perder.

Max Gorissen – Velejador. Escritor.


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