Ibirapuera

  • Ano de Fabricação: 1954
  • Outros nomes:
  • Modelo: Artesanal – Dupla-proa
  • Estaleiro: Estaleiro Domingos Stipanich – Santos – SP
  • Material construtivo: Madeira
  • Armação: Sloop
  • Propulsão:
  • Tripulantes/ Passageiros:
  • Numeral:
  • Comprimento:
  • Design No.:
  • Linha d’água (m):
  • Boca (m):
  • Calado (m):
  • Área velica (m²):
  • Deslocamento (Kg):
  • Projetista: Domingos Stipanich
  • Proprietários conhecidos:
  • Observações: Modelo Dupla-proa

Domingos Stipanich iniciou sua carreira no meio náutico desmanchando clíperes (veleiros de carga e transporte) abandonados no Porto de Santos, no bairro da Bocaina – Guarujá – SP.

Com a experiência adquirida, Domingos Stipanich desenvolvia seus projetos de veleiro, unindo, a observação de modelos em revistas de vela da época à sua experiência no desmanche de embarcações europeias, para desenvolver uma maquete em meio modelo, de onde era extraindo o “plano de linhas”.

Domingos Stipanich construiu 16 veleiros: Popeye, Caviana, Claudiomar, Galerno, Galeão, Bonanza, Tarimba, Ibirapuera, Santos Dummont, Remoto, Itahym, Curussá, Gusano, Moleza, Scorpio e Concorde.

Curiosidade: Todos os veleiros do Stipanich possuem uma boca (largura de uma determinada secção transversal de uma embarcação, medida de um bordo ao outro, geralmente, no seu centro) estreita já que os veleiros eram construídos no seu galpão ao lado da sua residência que não era muito largo. A largura (boca) de cada veleiro era limitada sempre pela largura máxima permitida para se trabalhar no veleiro dentro do galpão.

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Tenho como sonho um dia poder implementar uma iniciativa para preservar o patrimônio náutico brasileiro… por isso, já pensando em algum dia poder implementá-lo, além do Cadastro de Veleiros Clássicos, decidi pesquisar e escrever artigos sobre diversos assuntos relacionados à vela brasileira, entre eles, os veleiros desenvolvidos no Brasil… é sobre isso que irá encontrar informações no texto abaixo… caso possa colaborar com informações ou registros históricos, entre em contato. O que não podemos deixar acontecer é essa história se perder.

Max Gorissen – Velejador. Escritor.


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